terça-feira, 9 de junho de 2015

O CRESCIMENTO ECONÔMICO NÃO BAIXA A CRIMINALIDADE.

Nos EUA  declínio na criminalidade, que começou no início dos anos 90,veio acompanhado de um crescimento econômico acelerado e de uma queda significativa do desemprego. Pode-se deduzir daí que a economia tenha sido um elemento potente de combate ao crime. Não é verdade!                                                                     É verdade que um mercado de trabalho aquecido torna certos crimes relativamente menos atraentes. Isso, porém, se aplica apenas àqueles crimes de motivação financeira direta - assalto a residência e pessoas e roubo de carros - e não a crimes violentos como homicídio, agressão e estupro. PESQUISAS REVELAM QUE UMA QUEDA DE 1% NO DESEMPREGO RESPONDE POR 1% DOS CRIMES NÃO-VIOLENTOS.
Durante os anos 90, nos EUA, o índice de desemprego caiu dois pontos percentuais; os crimes não-violentos, enquanto isso, diminuíram aproximadamente 40%. Os homicídios caíra percentualmente mais ao longo dos anos 90 do que qualquer outro tipo de crime, e muitos estudos confiáveis não apontaram vínculo algum entre a economia e o crime violento. Esse elo
frágil fica mais frágil ainda quando voltamos o olhar para um passado recente - a década de 1960 -, quando a economia passou por um crescimento bastante forte , conforme aconteceu com os crimes violentos. Assim, embora uma boa performance econômica nos anos 90 pudesse soar, à primeira vista, como uma explicação provável para a queda da criminalidade, é certo que isso não tenha afetado significativamente o comportamento criminoso.

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