domingo, 26 de julho de 2015

NO ALVO: A FONTE DA ROUBALHEIRA NO PT.

Quando a Polícia Federal começou a fazer operações, algumas espetaculosas, no início da Era Lula, contra criminosos de colarinho branco, surgiu a pergunta de por que aquela multiplicação de casos neste ramo mais fino da criminalidade, nem por isso menos pernicioso para a sociedade. O governo PT, claro, aproveitou para capitalizar o fato: seria porque, afinal, assumira no Planalto quem combatia a corrupção para valer. Mas nunca foi possível testar uma hipótese mais simples — QUE SURGIRAM MAIS ESCÂNDALOS NESTA ÁREA PORQUE A CRIMINALIDADE AUMENTARA.
Não demorou muito, o próprio PT se viu apanhado no escândalo do mensalão, em que, entre outros golpes, um sindicalista petista de carteirinha, HENRIQUE PIPIZZOLATO, alçado por essas credenciais à diretoria de marketing do Banco do Brasil, desviara dinheiro da instituição para abastecer a lavanderia financeira de Marcos Valério, da qual saía numerário para comprar apoio parlamentar ao governo Lula.
Mais recentemente, estourou o petrolão, este de magníficas proporções: na contabilidade da Petrobras já estão registrados R$ 6,2 bilhões roubados para o PT, PP, PMDB, políticos específicos e bolsos de diretores da estatal, entre outros.
NÃO É MERA COINCIDÊNCIA QUE OS DOIS ESCÂNDALOS TENHA , NO EPICENTRO, EMPRESAS ESTATAIS. A pergunta sobre as razões da multiplicação de casos de corrupção precisa ser substituída por outra: por que há tantos desses crimes no Brasil? A resposta está na grande participação do Estado na economia, sendo, como fica provado neste ciclo petista, as estatais eficazes é o caminho  de arrombamento de cofres públicos.

O assalto praticado na Petrobras pelo esquema lulopetista, em associação com PP e PMDB, e alianças com as maiores empreiteiras do país, é a prova concreta de que há uma relação direta entre estatização e corrupção.


Apenas na plano federal, há  mais de 140 empresas públicas.  O PT, voltou a criar estatais, coerente com a ideologia de petistas e aliados.
Nestes quase 13 anos de poder lulopetista em Brasília, um grupo político voraz, ágil em aparelhar a máquina pública, incluindo estatais, encontrou nessas empresas amplas oportunidades de financiar, com caixa dois, seu projeto político e eleitoral, sem deixar de sustentar alto padrão de vida de capos sindicalistas mafiosos e ainda permitir enriquecimentos alhures.
O raciocínio e a conclusão são simples: sem esta grande participação do Estado em setores que movimentam muito dinheiro, não haveria como o PT e aliados se financiar com propinas. Só existe caixa dois quando há caixa um.

Compilado editorial de O GLOBO de 26-07-2015.






 

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