quarta-feira, 12 de agosto de 2015

O INSTITUTO DO CÂNCER TAMBÉM É VÍTIMA DA ROUBALHEIRA DO PT.

Se já estava muito ruim, vai piorar mais ainda, pois há mais de 3500 pacientes com câncer de próstata na fila. As obras de ampliação do Instituto Nacional do Câncer (Inca) num terreno vizinho ao prédio-sede, na Praça Cruz Vermelha, no Centro do Rio  estão paralisadas. A construtora Schahin Engenharia, que ia construir o novo complexo, é suspeita de participar do cartel que superfaturava obras para a Petrobras. Ela foi citada por um dos delatores do esquema, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco. A construtora comunicou a paralisação das obras ao Inca em abril. Orçadas em torno de R$ 500 milhões, elas deveriam ocupar o terreno de 14.585 metros quadrados do antigo Hospital do Iaserj, demolido em 2013. A área foi cedida à União pelo governo do estado.O projeto prevê no local um centro de desenvolvimento científico para o controle do câncer, além de áreas destinadas ao atendimento de pacientes.O investimento no projeto do novo campus é um disparate quando comparado às condições do Inca, que sofre até com a falta de gaze, cateter e seringa. Os recursos humanos estão sobrecarregados. Essa situação é uma afronta à dignidade da população - protesta Pedro Ferreira, diretor do sindicato dos funcionários do Inca.Na sexta-feira, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados fará uma audiência pública na Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, para discutir a situação do Inca. No terreno das obras, não há qualquer movimentação de operários. O lugar está vazio e cercado por tapumes.Sem dar detalhes sobre o valor do contrato com a Schahin Engenharia, o Inca informou que comunicou o abandono das obras aos órgãos de controle e a outras autoridades. Ainda de acordo com o instituto, as providências para a aplicação das penalidades previstas no contrato já foram iniciadas. O Inca, porém, não disse quais foram essas medidas.Segundo o instituto, um edital de licitação para a contratação da empresa que dará continuidade às obras já está em f ase de elaboração. Em junho, foi assinado um contrato emergencial, com prazo de 90 dias, para um trabalho de escoramento do solo do terreno, a fim de evitar desmoronamento.
Fonte.
O GLOBO. Rio.



 

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