sábado, 26 de novembro de 2016

A MENTIRA DA MORTALIDADE INFANTIL EM CUBA.

A ditadura cubana se orgulha de ter uma baixa taxa de mortalidade infantil que, oficialmente   é de 4 óbitos para cada 1000 nascimentos. No Brasil, são, em média, 15 óbitos em 1000 nascidos vivos. A explicação está nas cirurgias de aborto, que  é uma política de Estado. O procedimento abortivo  tornou-se essencial para a estratégia da ditadura de propagandear sua medicina. Funciona assim: Os médicos são orientados(obrigados) a realizarem abortos assim que surge qualquer anomalia na gravidez ou risco de malformação do feto.  Geralmente, é feita uma curetagem. Em outros casos, usa-se um aspirador sem anestesia ou se receita Rivanol. Nas fichas médicas, o aborto ganha outro nome: “regulação do ciclo menstrual“. Este procedimento é muito comum em algumas tribos indígenas no Brasil e era o método adotado pelos Nazista nos campos de concentração pelo Dr.Mengele.

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