domingo, 4 de dezembro de 2016

NOS TEMPOS DO GENERAIS

De um sábio que viveu a recessão da crise econômica da ditadura e padece a atual.
''No tempo dos generais a gente ainda podia cantar: `Amanhã Vai Ser Outro Dia´. Hoje, nem isso". 
Eu vivi à época reportada pelo Élio Gaspari e se ele se refere aos anos de 1967,68,69,70,71,72,73,74 e 1975, estou certo de que, em economia, vivíamos em mundos diferentes. Entre 1969 a 1974 não houve recessão alguma, pelo contrário, o Brasil viveu o seu maior crescimento jamais registrado na história e, infelizmente, não creio que se repetirá nas próximas gerações. Em 1972, 73 e 74, o crescimento médio foi de 12% com uma inflação de 14%. Em 1972, pela primeira vez na história, São Paulo registrou falta de mão de obra não especializada e, à época, um peão especializado ganhava o suficiente para comprar um carro do ano top de linha. O que deveria ser uma lição, se relatado para as gerações futuras com  distorções, abre caminho para a repetição de erros graves e que custam vidas. O amanhã será sempre outro dia, mas se será melhor é uma imponderabilidade.                                                 Meu relato e testemunho se dá naquilo que vi  e vivi, portanto, como não atuei como ''REVOLUCIONÁRIO'' e não era ligado nenhum das centenas de grupos guerrilheiros que imaginavam implantar por aqui um regime Cubano ou, quiçá, mais radical ainda, um KHENMER VERMELHO, ignoro solenemente análises e opiniões as quais padecem de isenção.

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